Em Solo Argentino

Ferry

Depois de 3h de viagem, e muito enjoo no ferry, chegamos em Buenos Aires. Vinícius e Daiana também passaram o dia viajando. Que dia longo eles tiveram… saíram com voo atrasado de Boa Vista as 7h e chegaram em Buenos Aires as 21h e pouquinhos! Como já havíamos reservado um hostel, seguimos todos para o mesmo endereço! O cansaço era tão grande que nem fizemos muita farra naquela noite. Apenas uns bate-papos e cama!

No dia seguinte tomamos um cafezinho no hostel e fizemos um tour de bike (alugada) pela cidade. Que loucura foi andar de bicicleta nesta Buenos Aires. Meu Deus!!! Imaginem que nem as faixas de pedestres são respeitadas, quanto mais as, poucas, ciclovias! A cidade é muito grande e tem um fluxo muito alto de automóveis circulando de um lado para o outro. A gente escapou de poucas e boas! hahaha. Mas enfim… o passeio foi muito bom! Ficamos 5 horas, entre pedaladas e andadas, conhecendo os pontos turísticos. Tínhamos a opção do Bus Turístico, muito parecido com o de Curitiba, mas achamos a idéia da bike muito mais divertida! Pelo menos deu pra queimar algumas calorias adquiridas durante estes últimos 36 dias longe de casa!

Tour de Bike

Tour de Bike

A noite, já cansadinhos do sol no juízo o dia todo, conhecemos um shopping e por lá mesmo jantamos. Ah, só abrindo um parêntese: os preços aqui não são tão baratinhos como andam fazendo propaganda por aí não… conversei com alguns argentinos e até eles reclamaram dos preços de alimentação, táxi e roupas… barato aqui são os meios de transportes públicos e hospedagens. O peso argentino está 2 por 1, logo fica muito mais fácil da gente comparar os valores argentinos com os brasileiros. Conclusão: Buenos Aires tem seu preço sim senhor!

ZOO

Hoje o dia foi beeem animado! Conhecemos o ZOO de Buenos Aires… ãinnn gente… cada bichinho a coisa mais linda… foram  umas  3h dentro do parque. Estava um dia de sol lindo por aqui. O Zoo estava cheio de crianças estudando, turistas de toda parte do mundo, sendo que 99% eram do Brasil! hahahah Brincadeira! Mas aqui tem um número muito alto de turistas brasileiros. Em toda parte a gente consegue se esbarrar com um. O português já é quase o segundo idioma oficial do país! 😛

ZOO

Depois do Zoo foi a vez do cemitério da Recoleta. Aprendemos como chegar até lá de bus e em 15 minutinhos estávamos no tal cemitério. Logo na entrada tem um mapinha dos túmulos e seus “donos”. Eu queria mesmo era conhecer o da Evita Peron, mas quando vi que este cemitério era tão chique, fiquei com vontade da fazer um tour por ele. No caminho encontramos vários alunos tendo aula de história e perguntamos para um deles: “Donde fica o túmulo de Maradona?” Eles arregalaram os olhos e responderam: “No no, Maradona está vivo, no muerto!” Caramba!!! Tivemos uma crise de risos… só depois perceberam que estávamos tirando gracinha com eles… essa foi divertida! Nosso almoço rolou num restaurante em frente ao cemitério mesmo. Encontramos uma figuraça baiana que nos atendeu super bem! Depois fomos conhecer a tal Flor de Metal que fica bem próxima de onde estávamos.

Cemitério

A noitinha voltamos para a Av. 9 de julio e seguimos em direção a rua Florida. Uma típica rua comercial, famosa por não transitar carros e ter várias atrações artísticas no meio dela. Mais uma vez decepcionada… tudo muito caro… Depois de caminhar por esta rua paramos pra um lanchinho e depois cama.

O Felipe já se despediu de nós. Está voltando para Santarém, sua terra natal. Agora somos apenas quatro: eu, Jacob, Dai e Vini!

Na frente do Cemitério

Termino este post citando um texto bem interessante de Amyr Klink: “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

Conheçam Buenos Aires! 😉

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