San Juan de los Morros a Chichiriviche

Cayo de Sal

Esse foi o nosso terceiro dia na estrada. A idéia inicial era seguir direto até Maracaibo, mas quando vimos que no caminho havia o Parque Nacional de Morrocoy decidimos que valeria a pena fazer uma paradinha. No hotel foi sugerido um passeio até uma ilha bem próxima, chamada Cayo de Sal, onde também iríamos almoçar. Deixamos as mochilas no quarto, colocamos nossas roupitchas de praia e seguimos até a orla da cidade. Assim que o Júnior estacionou o carro surgiram vários “guias” oferecendo os serviços de transporte até a ilha. A orla estava repleta de lanchas e barcos atracados, o que faltava naquela ocasião eram mesmo os turistas, rs. Imaginamos que aquele lugar deve ser bem visitado nos períodos de férias e verão, até mesmo porque a cidade estava deserta. Lojas fechadas, hotéis vazios e ilhas sem muita gente.

A distância até Cayo de Sal durou 10 minutinhos mar adentro. O tio da lancha deixou a gente lá e combinou de voltar as 17h para nos buscar. A primeira impressão que a gente tem do lugar é fascinante. Realmente a ilha deixa qualquer um de boca aberta. Particularmente, eu nunca tinha visto água de mar tão linda fora da internet, rs. Tivemos uma tarde muito agradável. Comemos um peixe frito com tóston (tiras de bananas verdes fritas) e água de coco tirada do coqueiro naquele instante! Poder mergulhar naquelas águas é sensacional, mas ficar sentada na areia contemplando aquela imensidão de águas coloridas também e demais.

Padoca do Sr. José, o portuga

Conforme havíamos combinado com o tio, saímos de Cayo de Sal as 17h. Voltamos para o hotel e logo em seguida caiu um toró! Muita chuva mesmo. A preguicinha tava tão grande que nem demos conta que a hora estava passando e os poucos pontos comerciais que estavam abertos começaram a fechar. Quando a fome já estava gritando decidimos sair à procura de uma padoca! Hunf… A gente “se lascou-se” hahaha. Quase tudo fechado. Por sorte um comércio estava fechando e decidiu atender a gente mesmo assim. Papo vai e papo vem, descobrimos que seu José, dono do comércio, era português e morava em Chichiriviche há mais de 40 anos. Um senhor muito simpático. Ele também era proprietário de uma pousada e perguntou onde estávamos hospedados. Quando dissemos que era no Hotel Mario ele retrucou: “É o mais caro”! – Bom… A gente não tinha dúvidas disso porque o hotel era enorme, com piscina, restaurante, estacionamento, lojas e salão de festa com palco. Os corredores eram enormes e os quartos estavam todos com as portas abertas em manutenção. Certa vez quando entregávamos as chaves para poder sair, percebi que só havia alguns nichos sem chaves, pelo menos uns dois quartos estavam ocupados: o nosso e um outro hóspede qualquer, rs – Batemos alguns minutos de papinho com Sr. José e logo retornamos para casa. Na calçada, debaixo daquele temporal a Natália ainda fez amizade com um cachorrinho, o qual foi batizado de Barbitúrico! No hotel capotamos num descanso profundo.

Cayo Sombrero

No dia seguinte fomos conhecer o tal Cayo Sombrero. Gente, o lugar é fantástico! Uma ilhazinha linda no meio do mar. Esta fica um pouquinho mais longe da cidade. É uma das rotas mais visitadas pelos turistas que param para conhecer o parque. Passamos a manhã toda naquele paraíso, o que rendeu muitas fotos maravilhosas! Próximo ao meio dia voltamos para o hotel, almoçamos e seguimos viagem. Dessa vez nosso objetivo era chegar a Maracaibo. Inté mais vê! 😉

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2 pensamentos sobre “San Juan de los Morros a Chichiriviche

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